quinta-feira, 17 de julho de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
A bênção da legítima fraternidade
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A bênção da legítima
fraternidade
"É certamente o grande
desafio do momento servir à
Causa sem servir-se da Casa e da Doutrina que ela alberga.
Filhas
e filhos da alma, mantende-vos em paz!
Ouvi
o que vos foi dito: Amareis aos que vos amam e odiareis aqueles que
vos odeiam. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos para
ganhardes o galardão do Reino dos Céus.
Em
outras palavras, Jesus nos convida à renúncia total dos sentimentos
egoísticos, acenando-nos com a bênção da legítima fraternidade.
Deu-nos
o exemplo, Ele próprio, amando os adversários do Bem, de que Ele era a
representação máxima na Terra.
Esse
desafio permanece há vinte séculos, convidando-nos a reflexões profundas.
Na
atualidade, quando as comodidades confraternizam com a avareza, a
deslealdade, o suborno, amam-se as criaturas de acordo com os interesses que
lhes dizem respeito especialmente em relação às paixões subalternas.
Não
poucas vezes, ficais aturdidos ante o mundo devorador e a retidão do
comportamento espírita.
Tende,
porém, bom ânimo e sede fiéis à fraternidade que deve viger entre todos
porque dela partem os nobres sentimentos da solidariedade, da compaixão, da
caridade: os diletos filhos do amor.
Tende-vos
preocupado com as diretrizes de segurança para o futuro do nosso Movimento e
em agir com sabedoria sob a inspiração superior.
Vindes
traçando as metas que devem ser alcançadas de forma a contribuirdes em prol
do mundo melhor de amanhã. Mas não vos tendes esquecido de que a semente do
Evangelho de Jesus é a perene luz guiando a Humanidade ao seu destino
sublime.
São
dias, estes, de inquietações e de desafios. As inquietações fazem parte das
crises e toda crise vivenciada abre portas ao progresso porque amadurece os
lutadores. E, ao mesmo tempo, através dos desafios desenvolvem-se as
faculdades de discernimento para a ação correta segundo as determinações do
Mestre incomparável.
Também
Ele viveu no momento histórico de crises internacionais,
socioeconômicas, de natureza variada, e foi graças a essas crises que Ele
aceitou o desafio de implantar na Terra o amor.
Observai!
É a única personalidade que exalta o amor capaz de vencer dois milênios de
lutas e transformar-se na mais eficaz psicoterapia de que necessita a
criatura humana.
O
amor, porém, de entrega total, sem os vícios dos interesses recíprocos, das
ofertas retributivas, mas o sentimento de oferta pelo ideal da Vida Eterna.
Viveis
o grandioso momento da transição que impõe diretrizes seguras de
comportamento para que os apêndices de fugas psicológicas não vos desviem da
segura diretriz para o encontro com a Verdade.
Porfiai,
filhas e filhos da alma, não poucas vezes, com o coração destroçado, mas a
alma aceitando os impositivos do progresso e vivendo o anonimato da renúncia,
para que brilhe o Senhor e não o ego individual.
É
certamente o grande desafio do momento servir à Causa sem servir-se da Casa e
da Doutrina que ela alberga. Compreender que, na condição de servo, a
satisfação máxima é atender às determinações do Senhor sem qualquer queixa ou
reclamação.
Aqueles
que antes vieram e deixaram pegadas luminosas para que seguísseis estão
preparando-se para o retorno a fim de avançarem pelas trilhas que agora
traçais.
Exultai,
filhas e filhos da alma, por vos manterdes fiéis ao Cristo de Deus, muitas
vezes com desagrado dos nossos afetos queridos, daqueles que partilham das
nossas alegrias e dores, mas não têm a maturidade de compreender os sentimentos
que entregais ao Guia e Protetor de todos nós.
Não
tergiverseis nunca!
Tolerância,
mas não conivência.
Fraternidade,
mas, de maneira nenhuma, vulgaridade de comportamento.
Trabalho
dentro do limite das forças, porque aquele que faz o que pode, realiza o
máximo.
Os
vossos mentores espirituais e os vossos amigos devotados do mais Além estamos
a postos para que os empreendimentos libertadores sejam abençoados pelo
Senhor e possam tornar-se realidade na construção da Era da fraternidade
legítima.
Os
Espíritos-espíritas, que estamos convosco, prosseguiremos na santa
lide de edificar o Reino dos Céus em cada coração, a fim de que se
expanda por toda a Terra, embora a dimensão do tempo que se lhe faça
necessária.
Jesus
triunfará sem qualquer restrição, pois que Ele é o Caminho para a Verdade e
para a Vida.
Que
Ele a todos nos abençoe e nos guarde na sua dúlcida paz, são os votos do
servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra.
Muita
paz!
Mensagem psicofônica
pelo médium Divaldo Pereira
Franco, no encerramento da reunião ordinária do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, na manhã de 10 de novembro de 2013. Em 17.12.2013. |
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Ajude-nos a Edukar uma Criança
O EDUKAR é uma obra social do Centro Espírita Missionários da Luz
O EDUKAR é uma Entidade Filantrópica sem
fins lucrativos que existe desde 1997 como creche, e foi reformulado em
2010, quando tornou-se um educandário. Agora trabalha com crianças
entre 7 e 14 anos que estejam estudando, assistindo-as no turno oposto
aos seus estudos. Hoje com 51 crianças, promove atividades de reforço
escolar, evangelização e percussão, todas com o objetivo de complementar
a educação tanto intelectual quanto moral das crianças.
Por não terem qualquer ligação com governo, dependem apenas de doações para alcançarem seu objetivo mensal. O valor é arrecadado através de doações de sócios fixos mensais, além de outras aleatórias.
Contamos com a sua ajuda!
Por não terem qualquer ligação com governo, dependem apenas de doações para alcançarem seu objetivo mensal. O valor é arrecadado através de doações de sócios fixos mensais, além de outras aleatórias.
Contamos com a sua ajuda!
Façam uma visita a nossa Casa Espírita e conheça nossa obra social e torne-se um Sócio para que possamos dar continuidade neste trabalho do Bem!
Atendamos ao Bem
"Em verdade vos digo que quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes." - Jesus. (MATEUS, 25:40.)
Não só pelas palavras, que podem simbolizar folhas brilhantes sobre um tronco estéril.
Não só pelo ato de crer, que, por vezes, não passa de êxtase inoperante.
Não só pelos títulos, que, em muitas ocasiões, constituem possibilidades de acesso aos abusos.
Não só pelas afirmações de fé, porque, em muitos casos, as frases sonoras são gritos da alma vazia.
Não nos esqueçamos do "fazer".
A ligação com o Cristo, a comunhão com a Divina Luz, não dependem do modo de interpretar as revelações do Céu.
Em todas as circunstâncias do seu apostolado de amor, Jesus procurou buscar a atenção das criaturas, não para a forma do pensamento religioso, mas para a bondade humana.
A Boa Nova não prometia a paz da vida superior aos que calejassem os joelhos nas penitências incompreensíveis, aos que especulassem sobre a natureza de Deus, que discutissem as coisas do Céu por antecipação, ou que simplesmente pregassem as verdades eternas, mas exaltou a posição sublime de todos os que disseminassem o amor, em nome do Todo-Misericordioso.
Jesus não se comprometeu com os que combatessem, em seu nome, com os que humilhassem os outros, a pretexto de glorificá-lo, ou com os que lhe oferecessem culto espetacular, em templos de ouro e pedra, mas sim afirmou que o menor gesto de bondade, dispensado em seu nome, será sempre considerado, no Alto, como oferenda de amor endereçada a ele próprio.
Ditado pelo Espírito Emmanuel. Do livro 'Fonte Viva'. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
O sonho de Maria
Eu tive um sonho, José, que não pude decifrar... Celebravam o Natal, sem nosso filho chamar. Uma grande e linda festa, as pessoas preparavam, Mas do nosso menininho, elas nem mesmo lembravam. Decoraram e iluminaram, a casa, com grande pompa! Gastaram muito dinheiro, fazendo uma enorme compra! Engraçado, mas não vi, presentes pro nosso filho, Entre todos os pacotes, enfeitados com fitilho... Muitas bolas coloridas, na árvore penduradas, - Coitadinho do pinheiro, teve a raíz arrancada! - Um anjo, bem lá no alto - esse sim, gostei de ver, Lembrei da anunciação, antes de Jesus nascer! Ao trocarem os presentes - melhor mesmo que eu não visse Nem falaram em Jesus, como se não existisse! Celebrar aniversário de alguém que não está presente... Você entende, José? Não é pra ficar doente? Acho mesmo que meu filho, ficaria tão confuso... Se aparecesse na festa, o achariam "um intruso"! Não ser desejado, é triste, depois do grande calvário... Dando a vida pelo irmão, num triste e cruél cenário! Ainda bem que foi sonho... pois muito triste seria, Ele voltar para a Terra, sentir que ninguém queria! Mais um Natal, este, agora, em que eu iria dar à luz, Sem saber se o povo entende, a grandeza de Jesus!
Texto de: Mírian Warttusch
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Beleza Espiritual
Dentro
da alma de cada ser humano existe o germe da beleza espiritual. Alguns seres
humanos tentam sufocar este germe, não o deixam crescer e dar frutos.
Felizmente, existem pessoas que cultivam o germe da beleza espiritual, criam
todas as condições para que ele cresça e se desenvolva dentro delas. E quando a
beleza espiritual cresce dentro de um ser humano, ela busca maneiras de
manifestar-se. São tantos os modos da beleza espiritual mostrar a sua face, que
é possível apenas citar alguns exemplos: uma pessoa desconhecida passa e dá um
bom dia que enche a nossa alma de alegria, sem sabermos a razão de aquele bom
dia ter mexido tanto conosco; escutamos uma música que toca as cordas mais
sensíveis da emoção, nossos olhos enchem-se de lágrimas; uma criança come um
doce com avidez, mas ao perceber que olhamos para ela, nos oferece um pedaço.
A
beleza espiritual não faz morada nas almas egoístas. Para tornarmos as nossas
almas belas, a primeira coisa a ser feita é nos livrarmos do egoísmo, um dos
males dos tempos modernos. O egoísmo torna a nossa alma feia e apenas as
pessoas com algum tipo de problema gostam de conviver com uma alma feia. As
mães, por exemplo, convivem com as feiuras das almas de seus filhos, mas esta é
a exceção que confirma a regra.
Existe
um caminho infalível para tornar a nossa alma bela: a prática da caridade. Não
nos referimos a dar um determinado valor para uma instituição de caridade, pois
isto é obrigação, referimo-nos a dedicar um dia de trabalho em benefício de
pessoas carentes, trabalhando em alguma atividade. Doarmos a nós mesmos, dar o
que temos, esta é a verdadeira caridade.
Pergunto
a mim mesmo: qual a caridade que pratiquei ou pratico? Dou contribuições para
instituições dedicadas a auxiliar o próximo, mas acabei de dizer que isto não é
caridade, é doação de bens. E o pior é que tenho consciência de que estes bens
não são meus, pertencem a Deus, sou apenas usufrutuário. Eu trouxe para esta
existência apenas o meu corpo físico e o deixará aqui quando retornar para o
lugar de onde vim, pois levarei comigo apenas as boas ações e estas eu não
pratiquei, nada tenho para levar. Suplico piedade a Deus, pois caso eu morra
hoje, regresso do jeito que cheguei, conceda-me mais algum tempo de vida e
ajuda-me a praticar algumas ações para depositar aos Seus pés quando regressar.
Autor: Marcos Antônio da Cunha Fernandes
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